O Sagrado como Objeto:
Existe uma tendência de tentar "possuir" o sagrado ou usá-lo para fins de validação pessoal.
O ativismo religioso, caracterizado pelo excesso de tarefas eclesiais, frequentemente prejudica a vida espiritual e a verdadeira salvação das almas ao focar no "fazer" em detrimento do "ser" e da oração.
Enquanto a salvação é fruto da graça e da fé, o ativismo pode esconder soberba ou levar à exaustão e ao desânimo.
Ativismo Religioso vs. Salvação das Almas:
O ativismo religioso é frequentemente visto como um acúmulo de tarefas, cultos e eventos, motivado por amor-próprio ou desejo de destaque, que gera esgotamento e desigrejados.
A salvação é uma obra de Deus baseada na fé e no relacionamento com Cristo, não um produto de obras ou agitação.
Leva ao abandono da oração e da meditação, tornando a fé uma carga em vez de um alívio, contrariando o ensinamento de Jesus.
A verdadeira vivência cristã deve equilibrar a fé com as obras, onde as ações são fruto da união com Deus, e não uma fuga do "ser" para o "ter".
O perigo reside em transformar a fé numa "patologia" de urgência e competição, em vez de um caminho para o descanso e a vida eterna.
Parece que o modelo capitalista, que prevalece na economia de uma parcela significativa do mundo atual, está influenciando o contexto eclesiástico.
Foi dito, realmente:" Felizes os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos Céus".
Consiste no pleno desapego de coração em face de tudo o que é material e usar deles em favor do próximo como se fossem propriedade comum.
Vêmos quão difícil é a prática dessa virtude, pois há pessoas que desejam a riqueza, como se esta fosse a coisa mais importante da vida.
Asseguro-vos que se o verdadeiro DEus fosse amado pelos homens quanto o são as riquezas, o mundo, em curto espaço de tempo, ficaria santo.
Infelizmente, o amor às riquezas apoderou-se não só de seculares, que se esforçam por acumular, como se eterna fosse a vida terrena, mas também dos religiosos que, sob o pretexto, não raro, de alargarem as suas obras, fazem da vida religiosa uma busca ininterrupta dos bens materiais, tão assídua, que olvidam que a vocação é colocar-se ao serviço de Deus, é obedecer aos conselhos evangélicos dAquele que ordenou: "Ide sem algibeira nem sacola". Ainda que esta frase possa interpretar-se em sentido figurado, é, certamente, um convite a amar e praticar a pobreza.
É condenável a obstinação na busca das coisas materiais que , às vezes, embora pareça que se desejam para o bem dos outros, escondem peias do maligno, acariciando o amor próprio e buscando excessivas preocupações materiais e demasiado labor, fazem esquecer o que Nosso Senhor Jesus Cristo na Sua vida mortal: " Uma só coisa é necessária, salvar a alma. Tudo o mais nada vale."
Parece que, quando igrejas são administradas como empresas, facilmente o pastor perde o que tem de mais valor: a paixão por Deus e pelas pessoas.
Infelizmente, pastores têm sido levados a trabalhar em negócios eclesiásticos, muito mais preocupados em estatísticas, estratégias, metas e números.
Algumas vezes a exigência administrativa é tão grande que ficam sem nenhuma energia para cumprir seu verdadeiro chamado: cuidar de almas, amar as pessoas.
Foi dito, realmente:" Felizes os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos Céus".
Consiste no pleno desapego de coração em face de tudo o que é material e usar deles em favor do próximo como se fossem propriedade comum.
Vêmos quão difícil é a prática dessa virtude, pois há pessoas que desejam a riqueza, como se esta fosse a coisa mais importante da vida.
Asseguro-vos que se o verdadeiro DEus fosse amado pelos homens quanto o são as riquezas, o mundo, em curto espaço de tempo, ficaria santo.
Infelizmente, o amor às riquezas apoderou-se não só de seculares, que se esforçam por acumular, como se eterna fosse a vida terrena, mas também dos religiosos que, sob o pretexto, não raro, de alargarem as suas obras, fazem da vida religiosa uma busca ininterrupta dos bens materiais, tão assídua, que olvidam que a vocação é colocar-se ao serviço de Deus, é obedecer aos conselhos evangélicos dAquele que ordenou: "Ide sem algibeira nem sacola". Ainda que esta frase possa interpretar-se em sentido figurado, é, certamente, um convite a amar e praticar a pobreza.
É condenável a obstinação na busca das coisas materiais que , às vezes, embora pareça que se desejam para o bem dos outros, escondem peias do maligno, acariciando o amor próprio e buscando excessivas preocupações materiais e demasiado labor, fazem esquecer o que Nosso Senhor Jesus Cristo na Sua vida mortal: " Uma só coisa é necessária, salvar a alma. Tudo o mais nada vale."





Sem comentários:
Enviar um comentário